Uma incógnita. Variável. Errante. Ou então como já diria Shakespeare - "Costuma cair em meio ao vão". Talvez assim genericamente o descrevam: futuro.
Planos, acertos, erros e percas. Conquistas e frustações. Talvez isso acompanhe tudo o que há de vir.
É nessa ponte chamada presente que interligamos tudo o que um dia fizemos e possivelmente iremos fazer.
Queria ter eu, todas as respostas que movem o mundo.
Sei que não necessito, pois nessa lacuna que reserva o tempo para preenchermos como bem nos satisfaça, só cabe você e mais ninguém.

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